O
texto Web 2.0 na empresa de Michael Platt apresenta duas visões
diferentes sobre como lidar com a informação. Em momento posterior
à era da informação no início dos anos 90, os usuários apenas
visualizam páginas web estáticas, no entanto, os usuário produzir
conhecimento e compartilhar informações de forma colaborativa.
Os
usuário da sociedade do conhecimento conseguem, através de
ferramentas web como blogs, redes sociais, wikis, compartilhar os
mais diversos tipos de arquivos: músicas, vídeos, fotos,
hipertextos, textos.
Nesse
sentido, um novo conceito nasce desta cultura digital: a aprendizagem
colaborativa porque os usuários conseguem estabelecer colaboração,
utilizando listas de discussão, comunidades online, onde trocam
informações, conteúdos, compartilhando experiências e aplicativos
personalizados, surgindo um novo conceito: Web 02.
A
Web 02 representa uma importante oportunizada para as organizações
para aprofundar marketing de relacionamentos, oportunizar uma
interação em tempo real com parceiros e clientes, construindo novos
conceitos sociais fundamentados em colaboração, produtividade,
aprimorando custo e receita.
Nesse
sentido, o grande ganho da Web 02 para as organizações é
estabelece canais de comunicação em tempo com diversos segmentos de
pessoas, clientes, fornecedores e parceiros, cirando intranets,
extranets como produção de informação e comunicação dentro e
fora dos ambientes organizacionais.
A
Web 02 transformou ambientes virtuais em grandes canais de
distribuição e compartilhamento de imagens, sons, vídeos, onde as
pessoas não são mais apenas consumidores de “informações”,
mas são participantes, produzem conhecimento, interagem. A Web,
nesse sentido, canaliza a produção de conhecimentos e promove a
inteligência coletiva.
Não
obstante, os paradigmas de cópia e de reproduções acríticas ainda
estão presentes nas relações de usuários entre redes, mesmo
compartilhando conteúdos.
É
fato que cada vez mais pessoas estão criando blogs, transformando-se
elas mesmas na própria mídia, no entanto, percebe-se a reprodução
de cópias e de conteúdos sem referências e de duvidosa origem .
Pergunta:
não estaria o ser humano, perdido nesse emaranhado de informações
na Web 2,0? O grande cerne da Web 2,0 não é colocar o ser humano
como produtor e compartilhando conhecimentos? As redes e novas
mídias apontam que a nobre arte do ser humano neste século é estar
na condição de autoria, desenvolvendo a imaginação criadora.
Concordando
o autor do texto em análise, o Web 2,0 só tem sentido de existir se
for para :
canalizar
a inteligência coletiva (precisamos repensar a forma como
processamos a informação, para isso é necessário desenvolver a
competência para contextualizar e desconstextualizar a informação.
Isso implica o significativo uso da plataforma, da Web como um
lugar para ler e escrever conteúdo complexo e o uso social e
colaborativo da Web, permitindo novos criativos e usos da internet.
Em
síntese, a Web 2,0 possibilita colaboração em nível de: baseada
em conteúdos como o blog; baserada em grupos, onde as pessoas
discutem ideias através de fóruns; baseada em projetos, onde as
pessoas trabalham juntas, cooperando em uma atividade, projeto,
utilizando wikis.
Nas
organizações as cooperações Web 2,0 se dão em nível de
cooperação interna, aprimorando a eficiência e a produtividade e a
satisfação com os clientes. E o uso da Web 2,0 para fazer interface
com os clientes (B2C 2.0), conhecida também por Enteprise 2.0 tem o
objetivo de melhorar a produtividade a eficiência,proporciando aos
usuários, uma rica experiência para suas necessidades.
A
grande crítica do autor para a Web 2.0 é que para gerir este
sistema inteligente é necessário ter o “capital intelectual”,
pessoas com competências e habilidades para gerir bancos de dados.
Nesse sentido, a empresa precisa descobrir pessoas para facilitar a
gestão do conhecimento e saber utilizar plataforma de colaboração
para tarefas complexas.
Concordando
com o autor, o uso de comunidades de clientes e fornecedors baseados
em Web 2.0, como fóruns, grupos de discussão de ideias, representa
nova ideia para coletar informações no desenvolvimento de produtos.
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