Reflexões
sobre o artigo “a educação corporativa e o processo de
requalificação profissional das empresas brasileiras”, de
Alexandre Martins e Leonardo Ribeiro Fuerth.
A título
de prelúdio, do texto em análise, é importante destacar que a
sociedade atual criou maiores possibilidades para o “aprendizado
organizacional”, tanto de empregados e empregadores, o
autoaprendizado, a auto-formação, onde o conhecimento é alicerce e
diferencial no sucesso das organizações, no que se refere às suas
metas globais.
E os
cursos de formação nas organizações estejam voltados para
fomentar nos profissionais a condição sempre de aprender-aprender.
Os
autores fazem observância em Mussak (2003) sobre os requisitos
básicos para o deenvolvimento da aprendizagem organizacional, entre
eles: os domínios pessoais, competências e habilidades que permitem
que o processo de aprendizagem; a visão dos objetivos globais da
organização e a capacidade de aprender em equipe;
E mais
importante do que ter informações é como transformá-la em
conhecimento no processo decisório. De um lado, a gestão adequada
do conhecimento cria diferencial competitivo nas organizações. De
outro, é importante desenvolver uma qualificação profissional
para o desenvolvimento das competências necessárias às
organizações que aprendem continuamente, conceito formalizado em
Singe(2004).

Nenhum comentário:
Postar um comentário